Era uma vez,
uma porção de vilãs que,
se não lindas,
no mínimo eram estilosas e elegantérrimas.
E com a colocação vem a pergunta:
alguém lembra de alguma vilã molambenta, maltrapilha?
As santinhas, não!
O seu poder vem de onde?
Quem iria dar-lhes crédito se assim fosse?
O look é então uma arma delas?
Vamos analisar mais algumas vilãs
que gravaram seu nome na memória mundial.
As animações são as campeãs
em desfilar ao lado de belas, inocentes e indefesas mocinhas
(ou outras criaturinhas),
vilãs orgulhosas, elegantes e soberbíssimas.
101 DÁLMATAS
Esse desenho animado,
lançado pela Disney em 1961,
se passa na Londres da década de 1950.
A vilã da história é Cruela DeVil,
com looks poderosos e deslumbrantes
desenvolvidos em peles -
movidos pela fascinação que ela tinha pelas mesmas.
Obcecada com a idéia de fazer casacos de pele
começou sua cruel caçada aos cachorrinhos.
Perdita e Pepita (ou também Pongo e Prenda),
o casal de Dálmatas, casam-se
e Perdita dá luz a filhotinhos.
Esses cachorrinhos e mais dezenas de outros,
tornam-se a obsessão de Cruela DeVil.
A grande aventura do filme é a luta do clã Dálmata
para escapar das cruéis mãos de Cruela.
Houve depois dois longas-metragens
onde 101 Dálmatas se faz com atores reais
e não apenas animação.
Glenn Close aparece como Cruela, sofisticadíssima,
convencendo como vilã elegante.
Ganhou vários prêmios pela sua atuação.

Gleen Close
como Cruela DeVil, majestosa.
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a Barbie Cruela,
hiper-chick.
(uma graça!)
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Cruela com os
inocentes babies
arquitetando um plano ...
(bonzinho é que não era).
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BRANCA DE NEVE E OS SETE ANÕES
(E UMA RAINHA muito MÁ)
Lançado em 1937,
o primeiro longa de animação dos estúdios Disney
é baseado no conto de fadas, dos Irmãos Grimm.
Uma bela e elegantíssima rainha,
a Rainha Má,
casada com um rei cuja filha era lindíssima:
a mais bela entre todas as beldades do reino,
Branca de Neve.
A Rainha por vaidade e inveja,
manda matar sua enteada,
por essa revelação do Espelho Mágico.
Branca de Neve consegue fugir
e ganha proteção e lar com os Sete Anões.
A Rainha Má porém redescobre-a
e disfarçada em uma pobre velha
lhe presenteia uma maçã magnífica (mas maléfica)
que Branca de Neve come.
Todo mal se lhe volta
e ela só despertará com o beijo do príncipe.
Mas o nosso objetivo
é analisar a vilã e seu figurino: absolutamente impecável!
É dark, gótico o lhe realça a beleza.
A capa com gola gótica e as pontas do conjunto
lhe concedem um ar majestoso.
Bem como o ajuste na parte superior do vestido
e o balanço do tecido advindo do biaz cut
(e da qualidade do mesmo, é óbvio!),
colocando-a na lista do Espelho
como a mais chick do Reino
enquanto que o figurino da enteada...
bem,
pobrezinha!
sua sorte é que era a mais bela.
(vamos concordar, né?)


Duas tomadas da animação,
olha!
sinceridade!
achamos que o Espelho
era míope.
A Rainha é muito linda!
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O DIABO VESTE PRADA
The Devil Wears Prada, no original em inglês,
filme de 2006,
foi baseado no bestseller com o mesmo título
de Lauren Weisberger, de 2003.
Realizado por David Frankel,
esse drama e comédia conta
com as participações de Meryl Streep
que faz o papel de Miranda Priestlye,
- personagem inspirada em Anna Wintour,
editora da Revista Vogue Americana -
uma poderosa e terrível editora da revista de moda, Runway;
e Anne Hathaway que atua como Andrea Sachs,
uma jovem (boazinha) que se muda para Nova York
a fim de tentar uma carreira como jornalista
e consegue um emprego naquela revista,
tendo como chefe a poderosa Miranda.
Andrea como a nova secretária se vê apertada
as exigências do novo emprego,
incluindo as tarefas estapafúrdias
ordenadas pela sua boss.
Porém o que nos importa aqui
é o figurino da vilã.
Salienta-se que durante todo o filme
e todos os personagens
desfilam um guarda-roupa deslumbrante,
claro é que a sofiticada
Miranda ganha
em aparições elegantérrimas, impecáveis e poderosas.


Todas as fotos e ilustrações são reproduções da Internet.
As duas fotos representam Miranda
com seus looks deslumbrantes,
(nenhum fio de cabelo está fora do lugar).
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A PATRÍCIA DA SANTA TAMBÉM TEM UMA VILÃ
Num dos trabalhos da Faculdade de Estilismo,
da UCS - Universidade de Caxias do Sul,
as alunas eram desafiadas a uma ingente tarefa:
o trabalho era criar um figurino desenvolvido
com materiais alternativos, sem nada de convencional,
a partir de um tema dado.
Quando tocou a vez da turma
da nossa stylist,
o tema foi "Mulheres, Mitos e Deusas",
e à Patricia junto com a amiga Daniele
coube a Rainha Má.
Depois de ser magistralmente esculpida
pelos estúdios Disney, dada a forma, cores, estilo,
enfim... e instalada no nosso imaginário,
criar o quê? Seria, de maneira similar,
(desculpem-nos se heresia)
fazer uma releitura da imagem de Deus,
depois das pinturas Dele por Miguelângelo.
Mas a Rainha Má, by Dani e Pati,
caminhou majestosa e maquiavélica
pela passarela das recriações,
utilizando-se de tela, entretela,
correntes, papier mâché.

À direita, Patrícia; no centro a "Rainha",
depois a Daniele Azambuja e o professor Sergio.
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E a leitura da Rainha Má, com tela,
entretela e correntes
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