sábado, 4 de julho de 2009

TIM BURTON E ALICE NO PAIS DAS MARAVILHAS

VAMOS ENTRAR NOVAMENTE NA TOCA DO COELHO MAS AGORA COM OS OLHOS DE MR. BURTON, PELAS MÃOS DE ALICE


A história de "Alice no País das Maravilhas" que nasceu da
cabeça de um matemático, porém também escritor, o britânico
Charles Dogson, de codinome, Lewis Carroll, vive no imaginário
de muitos-muuuitos de nós. É inspiração na moda, nas artes,
já foi na música. Os Beatles em "I am the Walrus" tratam
da fantástica mente daquele inglês, na forma de seus
bizarros personagens. Alice já passou pelos estúdios da
Disney, em animação.



Quem não conhece a mimosa, curiosa loirinha
de cabelos longos com laço azul,
vestido da mesma cor e avental branco
armados e rodados?


A dose se repete na big screen, agora é hora e vez
da leitura de Mr. Burton, em produção da Disney.
Como 99,9% de nós não tem a oportunidade de
manifestar a sua criação aliciana (ou outra qualquer),
esse interesse por todo o mundo mágico, surreal,
nos conduz já a uma incrível excitação,
nesse caso em relação ao que Tim Burton vai aprontar.
As primeiras imagens do set estão rodando o mundo, através de
releases da Disney dando-nos subsídios do que vai
ser o espetáculo de Tim.



Johnny Depp, no papel do Chapeleiro Maluco
(outros dizem "Louco" - nós preferimos a 1ªopção),
simplesmente "cheguei!!!!" - o Chapeleiro.


A indústria do marketing é danada! Sabem muito bem
como funciona a mente humana, o inconsciente coletivo.
Mas nós não ficamos brabos, não é? É alimento puro para
nossa fantasia. Estivemos lendo alguns artigos, escritos
já sobre o filme e uma das palavras que surgem ao tomarem
contato com o visual fantástico das personagens foi
"it was scare". Um medo, um susto que são do bem, que fazem bem.



Helena Bonham Carter a "Rainha Vermelha":
Uau! ela dá medo, simm!

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No papel da Rainha Branca(braaanca!), Anne Hathaway.

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Para entender esse mundo maravilhoso de Tim Burton,
é só lembrar de alguns da filmografia underground
do cineasta americano: "Os Fantasmas se Divertem",
"Batman e Batman o Retorno", "Edward Mãos de Tesoura",
"A lenda do Cavaleiro sem Cabeça", "A Noiva Cadáver",
"A Fantástica Fábrica de Chocolate", entre mais de uma dezena
de outros, e saber que seu estupendo imaginário nos promete.



Alice - uma imagem encantadora!

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Alice e o Coelho apressado: é tarde!
é tarde! é tarde! é muito tarde!...
No país das maravilhas, sem dúvida.

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O filme do cineasta estreará em março de 2010,
no Brasil. Fala-se numa versão 3D, lançada simultaneamente,
à outra. Vamos torcer para que o número de salas cresça
conforme vem sido comentado, para "todos"
(força de expressão) assistirmos.
É "Alice no País das Maravilhas", sim senhor, "Seu" Tim.
Ah! Não vamos deixar no esquecimento, a Santa Patrícia
sentou seu conceitual da coleção de Inverno - 2009, nas Alices.
Alice de Lewis Carroll, no País das Maravilhas, foi uma delas.

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domingo, 28 de junho de 2009

AS LEGGINGS ESTÃO COLANDO!


As leggings, segundo a Revista Elle:
"saem das academias e substituem as
skinnies em produções moderninhas".
Confira os looks, de várias profissionais
nas fotos abaixo, que ganham as ruas.
E mais nada a dizer:
uma imagem vale por mil palavras
e não são palavras da santinha.



Ao seu lado, Reggie Moraes,
gerente da Gloria Coelho,
figurino cool.



Isis Bataglia, à esquerda,
modelo da Miu-Miu
- um visual street
muiito dez.

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A empresária da Manoush, Rosana Peres,
à esquerda, uma graça no seu modelo vestido/legging.



À direita, a jornalista, Cássia Ávila,
da Trash and Vaudeville: OK para o look. Fotos Elle

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A estilista e empresária,
Patrícia Beckmann, da Santa Patrícia,
uma composição... (bom, nós somos
suspeitos em falar.
Vocês, juízes.)

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sábado, 13 de junho de 2009

AS GURIAS DA ROCK LEGS


A história da já intensa banda de rock feminino,
"Rock Legs",
até então conhecida como “Pão com Bah”, começou
com as irmãs Laly e Beta.



A Santa Patrícia saiu pra uma entrevista, pois de cara, gostamos dessa
turma. Então vamos sentar aqui e tomar um chimarrão enquanto conhecemos
mais as gurias. A Laly que estará com a palavra durante a entrevista,
é a mais nova - só tem dezoito anos e toca Baixo. Guriazinha ainda.
Tem a mana dela, a Beta Schuh, com 19, toca bateria - é uma loirinha
envaretada. E muito cheia de personalidade. A voz do grupo, é
Celeste Juchem. Uma voz pra lá de poderosa. E pra Letícia Cardoso
coube a guitarra.




De cabelinho vermelho, super estiloso, Letícia,
dedilhando absorta sua guitarra.




A idéia de criar um grupo, que ’ta no cenário musical gaúcho há
dois anos, foi quando as irmãs, por freqüentarem shows de bandas que
curtiam, pensaram: "nos queremos fazer isso também!" Começaram por
tratar de suas tarefas dentro do futuro grupo e pela procura de outros membros.



Num show dos Cascaveletes conheceram a Letícia. Perguntaram
a ela, em outra ocasião, se tocava guitarra: “Não! Mas posso aprender!”.
Com a Celeste o encontro também foi casual. “Uma noite, depois da
balada, ela deu carona pra mim e pra a Beta e do nada começou a
cantarolar uma música que tocava na radio”. Eu pensei, essa guria canta
legal. Resolvi perguntar, Você não quer ensaiar com a nossa banda,
no vocal? E a Celeste disse, porque não?”





Celeste, lindíssima no seu modelo rock star.



Qué um chimarrão? Bom, nossa curiosidade seguinte se direciona ao
gosto musical, mas na área do trabalho. O que vocês gostam de tocar?
Além de nossas próprias músicas, gostamos de tocar coisas que nos
influenciam e que, em geral, as bandas não tocam. Tocamos músicas
que fogem um pouco do rock e muitos teriam vergonha de tocar, mas
nós adoramos, como a da Madonna, “Like a Virgin” e Dyvinils,
“I touch myself”. Além “dessas, de mulher", nós tocamos umas machezas
também, tipo Born To Be Wild, música do Steppenwolf, Kings Of Leon e
Kiss. Mas tem uma que particularmente é a nossa paixão e em todos os
nossos shows é a que agrada todo mundo, “Psycho Killer”, do Talking
Heads. Nós brincamos que nunca vamos deixar de tocar essa música nos
shows, é a nossa paixão!




Sobre as composições, elas dizem que "as inspirações nascem basicamente,
de coisas que vivemos, do real. Cada uma tem um jeito diferente de
escrever: uma escreve mais sobre relacionamentos, outra sobre festas e a
noite em geral, outra sobre a cena underground de Poa, enfim..., mas estamos
sempre acrescentando coisas, umas às letras das outras! Hehehe. muitas vezes,
na hora do ensaio, a letra vai se acomodando. Às vezes, uma noite de festa,
rende uma música. Nós vivemos brincando com as coisas: Ó, isso dá música, hein?!
ou Bah, nós temos que fazer uma música falando disso! Enfim...tudo sai
naturalmente!






A Beta escreveu a maior parte das letras até agora. E tem bastante
música no papel, que ‘tá faltando musicar.



As meninas são autodidatas. Das maiores influências e gosto,
na sua produção musical, não ficou dúvida: Beatles (forever).
(É só pensar um pouco. Eles são um divisor de águas, muito embora
se saiba que o mundo musical estava vivenciando turbulentas mudanças,
preparava-se terreno para brotar esta semente, no caso britânco-mundial
e indo adiante um pouco, não era somente o solo musical que estava
fertilizado para trazer e receber novidades...) Elas também curtem
a banda de meninas, Sahara Rock Nights e as Pippetes, essas últimas
que influíram no seu jeito de vestir, sempre de bolinhas!!



Sobre o poder do funk, pagode, emo, em nossos jovens,
Laly nos diz que as famílias das quatro foram influenciadas fortemente
pelo rock, o que repercutiu nelas> Mas até segredou, que como toda a piveta
adolescente de sua geração também curtiu estes três segmentos musicais,
mas predominou o rock (graças a deus, segundo ela)




A última pergunta é referente à cena musical gaúcha.
É super criativa, segundo palavras delas, bem viva e crescente, estão
surgindo muitos talentos – e é um mercado bastante competitivo. É uma
realidade underground quem quer se dar bem e realmente viver da música,
vai pra São Paulo e mergulha naquele cenário que é bem diferente e mais
real. Como fez a banda Cachorro Grande que ganhou a cena nacional com um
rock super gaúcho. E na verdade achamos que o rock gaúcho em si já virou
um estilo musical, é um rock bem característico.





As meninas, LETICIA, BETA, CELESTE E LALY.


O grupo vai estar em estúdio gravando seu primeiro álbum, pelo selo
Elegance, em Agosto.


Assim a nossa repórter Patrícia encerrou a entrevista satisfeita com seu primeiro trabalho jornalístico.


Parabéns às meninas da banda e à jornalista Patrícia por seu
primeiro trabalho.

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domingo, 7 de junho de 2009

DÊ DOIS CLIQUES NA SANTINHA:
DESCUBRA O QUE ELA DEIXOU CAIR...

UPS!

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sexta-feira, 5 de junho de 2009

BETTIE PAGE


COMO ELA INFLUIU NA ESTÉTICA DA MULHER DA ATUALIDADE
E NO SEU COMPORTAMENTO?

Um professor de História da Arte nos dizia, "ser gênio é um mito". Entende-se que certas pessoas intuem e absorvem, de um contexto super complexo, elementos de preciosas e necessárias mudanças. (Para ser mais palpável, que tal pensar em Michelangelo, ou Da Vinci?). Seja em que nível for, ela transforma-os de uma maneira inusitada, instalando-os para a construção de uma new age.
Bettie Page, não foi um gênio, mas uma star feminina, uma dessas pessoas que intuem, absorvem e transformam.

Nasceu, por volta de 1923 no Tenessee, numa família pobre e numerosa. O pai, alcoólico e na adolescência foi seu malfeitor. A mãe, Edna Pirtle ralava para sustentar a prole. A família viveu de forma dolorosa a depressão de 1929. Grosso modo a menina aprendeu cedo a ter uma percepção diferenciada e respostas rápidas e certeiras para a vida. Viveu em orfanato. E mesmo com adversidades e traumas foi considerada uma excelente aluna, chegando a se formar em Artes, em 1943 - algo difícil naquela conjuntura.

Já adolescente, aprendeu o ofício da costura e mantinha-se ligada às notícias das estrelas de cinema (o cinema era um bebê e causava o maior furor. Só para contextualizar, o primeiro filme de Chaplin foi em 1921). Acompanhava os acontecimentos do mundo fashion, tais como make up, penteados, figurinos.Ela e a irmã testavam-se as novidades. Este olhar jovem, curioso e esfomeado lhe propiciou uma construção paulatina de sua plástica. Como também, desenvolveu e produziu seus figurinos e mais tarde criou maiôs, bikinis e a clássica tanga oncinha, chegando ao ponto de intervir na estética feminina – que é o nosso foco.

Pulando para a década de 40, para nos manter em fatos relevantes, sua residência no Taiti, na época em que a ilha ainda era moda – o local paradisíaco e exótico não só para americanos, mas para a Europa. A badalação fora reafimada quando Gauguin que ali vivera no século anterior, mostrou ao mundo sua paixão por aquela cultura e mais pontualmente pelas polinésias de pele amorenada, em forma de pintura em telas.


Já na sua carreira de modelo fotográfica, com a famosa estampa de oncinha


Bettie soube absorver aquele contexto e inspirada nas nativas, tomava banhos de sol nua. Num paralelo temporal temos a personalidade brasileira fascinante e controversa de Luz Del Fuego, só não podemos afirmar que a primeira tenha sido imbuida do mesmo espírito, pois Luz era realmente naturista e adepta à helioterapia. Porém ambas influiram do mesmo modo, quebrando tabus, mudando comportamentos. (Teria sido ali que nasceu o bronzeado e as futuras garotas de Ipanema?)

Fazia também exercícios físicos e se tal foi citado em sua biografia, devia ser algo relevante. (Seria a academia da era moderna? - Sintam que se delineava uma nova feição comportamental feminina).

Entre casamentos e divórcios, desde seu retorno à New York, num mundo do pós-guerra, afirma sua carreira como modelo fotográfico. Torna-se a mais importante pin-up ou, no mínimo, a mais bombástica de todos os tempos. Eterniza a famosa franja lisa e convexa. Faz outdoors como uma hot girl ou a "ratinha gostosa das areias", como era citada.


A "ratinha gostosa das areias", como era conhecida.


Recebe o título de "Miss Pin Up Girl do Mundo". Isto sem salientar outros itens de sua carreira que foram consequência desses passos citados. Alguém pode estar pensando mas e a pin-up Marilyn não foi a mais importante? A diferença entre as duas é que Bettie foi a pin up subversiva. Marylin Monroe foi a pin up girl mainstreen.
Irwing Klaw foi o idealizador da maioria de suas fotos com temas ligados a uma sexualidade "proibida, transgressora”, ao figurar com roupas de couro preto, nylon e salto alto, como se fosse uma dominatrix, entre outras fantasias.



A atriz Gretchen Mol, como Bettie Page no filme "The Notorious Bettie Page".




Aqui, sim Bettie.


Mas quando Bettie começou a aparecer em fotos em poses de submissão, sadomasoquistas, o Senado americano iniciou uma batalha moral contra Klaw e ela foi duramente atingida.Em 1955 ela sai de cena,porém antes é capa da Playboy , onde é anunciada como "a garota de formas perfeitas”.

Em resumo, ela encarnou a imagem da mulher independente, que transgrediu para as câmaras(?), fantasiada ou não, rotulada ou não, é só pensar no que mulheres como ela, Marylin, Luz Del Fuego no Brasil, ajudaram a desmistificar comportamentos e inovar atitudes, num mundo ainda conservador e masculino e o que auxiliou com certeza na construção de um novo cenário. E então não é só uma questão de aparências como muitos afirmam. Bettie veio a falecer em dezembro do ano passado, retirada em seu claustro, por ela escolhido.

E para quem quiser conhecer mais sobre a menina dos calendários, inédita no Brasil, mas lançada em 2005, a cinebiografia Bettie Page (The Notorious Bettie Page), está chegando direto para as locadoras. O filme é dirigido por Mary Harron – mesma de "Psicopata Americano" e com grande desempenho de Gretchen Mol. E só conferir e tirem suas dúvidas.

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sexta-feira, 29 de maio de 2009

B R A N C O ?


USÁ-LO PARECE SER COMPLICADO.

No Brasil, pensa-se no branquinho básico,
isto é o LWD,
quase restritamente para festas.
E mais pontualmente para as comemorações de final de ano.
Fora as mesmas se vê o branquinho no verão.

Isto possivelmente acontece
pois pensamos nele com medo restritivo:
o branco que amarela,
o branco que parece nos deixar desnudas,
por uma suposta transparência.

O que o torna para nós, fervorosas
devotas de nossas finanças,
um investimento arriscado.

Por isso o LBD, pretinho básico,
o seu antípoda inimigo,
recebe todos os holofotes.

Santa injustiça!

Mas novos ventos sopram,
vindos do norte,
para os amantes do white:
o branco está bem cotado
para o Inverno 2010,
nas paragens do outro hemisfério.


O modelo é de Aquilano Rimondi - que presença!

Não deixa de ser lógico.
O branco é a cor do frio,
é o cenário do inverno:
a geada, a neve, a névoa,
a neblina, a bruma.

Além de nos remeter ao frio,
o branco nos leva pelos caminhos da limpeza,
do puro... - não estou sendo redundante,
pois deve ter sido convencionado
por uma questão lógica
que o white fosse a cor da limpeza, da pureza...
Qual a cor que melhor nos fala da percepeção de clean?
E essa é uma sensação maravilhosa:
espraiar a visão e não encontrar nódoas.


É um vestido de pisar nas nuvens,
o criador, Chado Ralph Rucci.

Imaginemos na meia estação,
um vestido LWD brilhando
com seu opositor, o negro,
em forma de meias,
ou de uma super bota de
cano altíssimo...

E que luxo, que elegância
imaginarmo-nos num casação,
todo branco, com uma super gola
de pele, também branca:
chi-que-tér-ri-mo,desfilando em salto 10.

Mas, (suspiro) o que não se pode
é garantir a sua presença nas ruas do Brasil,
no frio de 2010.
A brasileira embora uma amante da cor
é muito arraigada a sua cultura do prático.

Quanto muito, o branco baterá nas portas do verão
e se refestelará nas areias quentes de nossa
paisagem tropical.

Pois vamos concordar, são raros os
casos de uma paisagem branca nesse
país quase tropical.

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quinta-feira, 21 de maio de 2009

GURIAS DE BANDAS E UMA NOVA POSTURA ROCK

"SEM UM PINGO DE REBELDIA
MAS CHEIAS DE PRESENÇA,
BANDAS DE GAROTAS
SÃO A MELHOR NOTÍCIA
DO CENÁRIO GAÚCHO."

De Paulo Germano, Segundo Caderno, Zero Hora, três semanas atrás, o artigo claro, bem apanhado e intitulado Roqueiras para casar chamou a atenção das santinhas aqui.

É sobre gurias integrando bandas de rock.
Mari Martinez, Joana Gabech e Gabriela
são as vocalistas da banda Lollypop,
(acompanhadas pelos meninos, que embora no background,
fazem presença: no instrumental e compondo letras).

Da "Morgan Le Femme",
temos Djam, Gabe, Mick e Panny.
Ainda citamos "Pão com Bahh", entre muitas outras bandas,
tratadas por Germano.
Desculpem-nos meninas se não nomeamos
todas aqui hoje. Queremos fazer isso aos poucos.
Com mais pesquisa, espaço e tempo.

“A banda Lollypop resume bem
a postura de um novo cenário roqueiro,
escreve Germano, em que as mulheres roubam a cena.
Um rock vigoroso, explorando a sensualidade como fator chave.
Gritam e dançam com desenvoltura,
mas fora do palco se comportam como Celine Dion.”
(Zomba o escritor, por causa dos rapazes
que lá na platéia babam esperançosos, por algo mais).


Eis as Lollys!

O visual é adequado
em todos os sentidos:
a gurizada que assiste adora as minis e os saltos altíssimos.
Em busca de mais informações, pensando no nosso metier, nós as santinhas,
encontramos fotos que nos fizeram bater palmas de aprovação:
visual rock-and-roll retrô e feminino, que convenhamos, é ultra atual!
Em “Eu queria ter um Rock star”, letra dos rapazes,
as Lolly mantêm a postura de guriazinha tiete,
embora nada soe infantiloide -
frase perfeita do Germano, para se compreender todo esse conjunto sincronizado.

Mas ainda não terminamos,
há algo diferente no ar.
Como sabemos, rock sempre foi sinônimo de contracultura:
rebeldia, drogas em sua mais ampla gama de oportunidades
e bom, etc.: tudo aquilo que sabemos, verdadeiro ou não,
teatro ou não, marketing, idem.
Então meninas roqueiras, com um show forte,
aparecem cantando bem, visual 10, mas...
não seguidoras de um padrão mundial de comportamento rock.
Roqueiras certinhas? Casadoiras?!(Usando uma velha palavra).

O que se pode dizer?
Elas mesmas dizem: "não bebemos e não fumamos".
(Sexo 'tá confirmado.) Panny da Morgan Le Femme,
resume e ratifica todo este pensamento:
“Não queremos contestar nada mesmo.
Não temos ninguém para atacar
e não queremos inventar alguém só para isso.
Queremos fazer rock."

É um novo comportamento?
Quem sabe as gaúchas, da Lollypop, da Morgan le Femme, Pão com Bahh -
que trouxemos abaixo com vídeo tri-legal,
entre outras bandas, estão ajudando a inaugurar uma nova era
ou no mínimo uma nova tendência?

Pão com Bahh - Molly's Chambers

"Pão com bahh" - três delas faz pouco completaram 18 anos.
Elas só querem fazer rock!

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