sexta-feira, 29 de maio de 2009

B R A N C O ?


USÁ-LO PARECE SER COMPLICADO.

No Brasil, pensa-se no branquinho básico,
isto é o LWD,
quase restritamente para festas.
E mais pontualmente para as comemorações de final de ano.
Fora as mesmas se vê o branquinho no verão.

Isto possivelmente acontece
pois pensamos nele com medo restritivo:
o branco que amarela,
o branco que parece nos deixar desnudas,
por uma suposta transparência.

O que o torna para nós, fervorosas
devotas de nossas finanças,
um investimento arriscado.

Por isso o LBD, pretinho básico,
o seu antípoda inimigo,
recebe todos os holofotes.

Santa injustiça!

Mas novos ventos sopram,
vindos do norte,
para os amantes do white:
o branco está bem cotado
para o Inverno 2010,
nas paragens do outro hemisfério.


O modelo é de Aquilano Rimondi - que presença!

Não deixa de ser lógico.
O branco é a cor do frio,
é o cenário do inverno:
a geada, a neve, a névoa,
a neblina, a bruma.

Além de nos remeter ao frio,
o branco nos leva pelos caminhos da limpeza,
do puro... - não estou sendo redundante,
pois deve ter sido convencionado
por uma questão lógica
que o white fosse a cor da limpeza, da pureza...
Qual a cor que melhor nos fala da percepeção de clean?
E essa é uma sensação maravilhosa:
espraiar a visão e não encontrar nódoas.


É um vestido de pisar nas nuvens,
o criador, Chado Ralph Rucci.

Imaginemos na meia estação,
um vestido LWD brilhando
com seu opositor, o negro,
em forma de meias,
ou de uma super bota de
cano altíssimo...

E que luxo, que elegância
imaginarmo-nos num casação,
todo branco, com uma super gola
de pele, também branca:
chi-que-tér-ri-mo,desfilando em salto 10.

Mas, (suspiro) o que não se pode
é garantir a sua presença nas ruas do Brasil,
no frio de 2010.
A brasileira embora uma amante da cor
é muito arraigada a sua cultura do prático.

Quanto muito, o branco baterá nas portas do verão
e se refestelará nas areias quentes de nossa
paisagem tropical.

Pois vamos concordar, são raros os
casos de uma paisagem branca nesse
país quase tropical.

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quinta-feira, 21 de maio de 2009

GURIAS DE BANDAS E UMA NOVA POSTURA ROCK

"SEM UM PINGO DE REBELDIA
MAS CHEIAS DE PRESENÇA,
BANDAS DE GAROTAS
SÃO A MELHOR NOTÍCIA
DO CENÁRIO GAÚCHO."

De Paulo Germano, Segundo Caderno, Zero Hora, três semanas atrás, o artigo claro, bem apanhado e intitulado Roqueiras para casar chamou a atenção das santinhas aqui.

É sobre gurias integrando bandas de rock.
Mari Martinez, Joana Gabech e Gabriela
são as vocalistas da banda Lollypop,
(acompanhadas pelos meninos, que embora no background,
fazem presença: no instrumental e compondo letras).

Da "Morgan Le Femme",
temos Djam, Gabe, Mick e Panny.
Ainda citamos "Pão com Bahh", entre muitas outras bandas,
tratadas por Germano.
Desculpem-nos meninas se não nomeamos
todas aqui hoje. Queremos fazer isso aos poucos.
Com mais pesquisa, espaço e tempo.

“A banda Lollypop resume bem
a postura de um novo cenário roqueiro,
escreve Germano, em que as mulheres roubam a cena.
Um rock vigoroso, explorando a sensualidade como fator chave.
Gritam e dançam com desenvoltura,
mas fora do palco se comportam como Celine Dion.”
(Zomba o escritor, por causa dos rapazes
que lá na platéia babam esperançosos, por algo mais).


Eis as Lollys!

O visual é adequado
em todos os sentidos:
a gurizada que assiste adora as minis e os saltos altíssimos.
Em busca de mais informações, pensando no nosso metier, nós as santinhas,
encontramos fotos que nos fizeram bater palmas de aprovação:
visual rock-and-roll retrô e feminino, que convenhamos, é ultra atual!
Em “Eu queria ter um Rock star”, letra dos rapazes,
as Lolly mantêm a postura de guriazinha tiete,
embora nada soe infantiloide -
frase perfeita do Germano, para se compreender todo esse conjunto sincronizado.

Mas ainda não terminamos,
há algo diferente no ar.
Como sabemos, rock sempre foi sinônimo de contracultura:
rebeldia, drogas em sua mais ampla gama de oportunidades
e bom, etc.: tudo aquilo que sabemos, verdadeiro ou não,
teatro ou não, marketing, idem.
Então meninas roqueiras, com um show forte,
aparecem cantando bem, visual 10, mas...
não seguidoras de um padrão mundial de comportamento rock.
Roqueiras certinhas? Casadoiras?!(Usando uma velha palavra).

O que se pode dizer?
Elas mesmas dizem: "não bebemos e não fumamos".
(Sexo 'tá confirmado.) Panny da Morgan Le Femme,
resume e ratifica todo este pensamento:
“Não queremos contestar nada mesmo.
Não temos ninguém para atacar
e não queremos inventar alguém só para isso.
Queremos fazer rock."

É um novo comportamento?
Quem sabe as gaúchas, da Lollypop, da Morgan le Femme, Pão com Bahh -
que trouxemos abaixo com vídeo tri-legal,
entre outras bandas, estão ajudando a inaugurar uma nova era
ou no mínimo uma nova tendência?

Pão com Bahh - Molly's Chambers

"Pão com bahh" - três delas faz pouco completaram 18 anos.
Elas só querem fazer rock!

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quinta-feira, 14 de maio de 2009

O M B R O S Ó

TODA A NUDEZ SERÁ ABENÇOADA

Lemos, dia desses, uma fashionista
falando de coincidências na moda.
Isto é, determinado look que, durante certo tempo,
estava meio esquecido.
E de repente: olha ele ali!
Retorna pipocando, mundo afora.
Uma sutil revelação de que pessoas, de diferentes lugares,
estam pensando na mesma coisa.


Coincidência ou não e sem entrar em filosofias,
lembramo-nos que na história da arte
estas mesmas "coincidências"
aconteceram, em diferentes lugares
- num mundo sem internet e
outros meios de comunicação -
ao mesmo tempo.
É a complexa mente humana!


Para exemplificar, nossa introdução, as calças rasgadas
foram exibidas nas perninhas de uma grande quantidade de famosas
semanas atrás - e elas são termômetro,
para nós outras meninas da moda.


Desde, mais ou menos 2008, foi a vez do vestido de Ombro Só.
Ele também ressurgiu e anda ressaltando as belezócas
dessa grande aldeia.

No Brasil, as novelas são
um dos maiores termômetros fashions (entre outras coisas)
que temos, sinalizando e, muitas vezes,
impondo tendências de moda.
Aqui, na telinha da Globo,
apareceu, na novela Caminho das Índias,
Débora Bloch, vivendo Silvia, com um vestido
preto, Ombro Só, com uma fenda no decote
char-mo-sí-ssi-ma!!!



Miss Bloch está bem na foto, heim?
(foto Globo)

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E entre as famosas, está nossa Santíssima,
também desfilando seu Ombro (nudez abençoada) Só,
da Coleção 2009.
A esquerda, Blake Lively, a mimosa Serena da Gossip
Girl, revelando-se uma santa diabinha.

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quinta-feira, 7 de maio de 2009

MULHERES MADURAS NAS CAMPANHAS DE MODA!!! (Again!)

E mais uma vez, ela...

Madonna!


A pop cincoentérrima e enchutíssima estará na campanha
da griffe Louis Vuitton, no próximo frio europeu.
Fotografada por Steven Meisel, sob a direção de Marcs Jacobs,
a mega star da música irá aparecer nas revistas
e billboards do mundo inteiro.


Outra que, no próximo inverno, dará a face
para ver, lembrando-nos que as trintonas também
estão com tudo, é a atriz Jennifer Connely,
que novamente será o rosto
da Balenciaga.


And now, Give it 2 me:



Apesar de não ser nossa música predileta do álbum Hard Candy,
adoramos o figurino desse clip.
Principalmente the knee lenght boots
e o look a la Gyvenchy: pretinho básico curtíssimo
e vários colares dourados!!!


Sem mencionar que é very refreshing
(upps, mencionado!!) ver uma cinquetona
com um corpão desses, right?!!
(todas nós temos alguma chance, right again?)
O que ela deixa bem evidente nos looks
tipo lingerie, cheios de transparêcias.


Como sempre ela não decepciona no quesito estilo

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sábado, 2 de maio de 2009

COLEÇÃO INVERNO 2009 - SANTA PATRÍCIA

AS ALICES

AS ALICES ESTÃO SOLTAS!

Quem são elas? Como elas são?





Inspirada no ícone da moda do século XXI, a modelo dark,
a brasileira, Alice Dellal, (que trouxe as luzes e cliques fotográficos de
Kate Moss, para si), a Santa criou sua coleção Inverno - 2009.



Basicamnte, das Alices, pode-se dizer, que elas sabem
muuuuuiiiittttooooo bem quem são. Existe um conceito
atrás de seu comportamento -


diferente das Patricinhas, cabecinhas de vento,
das coquetérrimas e vaidosas Rejanes, ou até mesmo das
colunáveis e até então aclamadas Lulus.


O principal é que embora seu figurino tenha um toque clássico,
suas escolhas levam em conta o seu lado
arrojado, contraventor do padrão: menina bonitinha, engomadinha.


As Alices sempre tem um algo a mais para mostrar,
distinguem-se nas massas.




Ela é so gorgeous, a blusinha de malha fluída de viscolã. Os detalhes estão bem sincronizados: as mangas morcegos, a faixa no quadril, com amarração lateral, o decote arrematado com zíper - pormenor decorativo, sem intenção funcional. E o adorno em flor - destacável - foi construído com zíperes e malhas.

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É o legítimo modelito comportado. But gorgeous: pregas, decote moderado,
o caimento do tecido...
A pergunta é, onde está então a menina atrevida, a Alice ousada? Hum!?
Confira nas costas!

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Aqui se revela a “santa Alice” e o seu lado sapeca.
A ousada peça vem se mostrando toda certinha,
brincando de esconde esconde e...
acaba por mostrar muuuito.
O viés detalhe enfeite funcional, percorre o decote e
termina por proporcionar discreta sustentação ao top
.

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O must dessa peça está na duplicidade unificada da mesma.
O uno parecendo dois.
Isto é, a parte central, em malha jacquard, tem recorte coração
e nos passa a impressão
de ser uma blusa em sobreposição à outra.
Na realidade, é uma só peça. A parte superior
foi desenvolvida em malha de lã finíssima e aconchegante.

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Um longo zíper que além de ser funcional e coadjuvante
na modelagem do corpo, enfeita as costas.


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Nesse exemplo, sim, temos, não um dois, mas um quatro em um. Real!
Um vestido que dividindo-o, multiplica-se. Com o zíper colocado como adorno, é também um superutilitário: pela desvinculação do mesmo na cintura,
a peça se transforma em saia, ou teremos uma blusa, ou ainda uma
saia e blusa. E o vestido voltará ao estado inicial, simplesmente
refazendo-se a conexão. A multiplicação de vantagens num só objeto.
Quem não gosta? A Santa pensou nisso. Ora, estamos em tempos de
proclamada cri (atividade).

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É o mesmo modelo, porém nesse temos tecido plano, de alfaiataria, com elastano. O visual é mais clássico,com toque de Alice No País Das Maravilhas e uma pitada de menina arteira.

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A “Santa Alice” nos mostra aqui, no jogo de composição do corpete, o difícil e complexo mix de estruturas opostas. Um exemplo é o skin (um tecido que realmente nos lembra uma pele), unido a uma poderosa malha encorpada. Como detalhes, recortes e nervuras em suas laterais, proporcionando um ajuste apropriado.

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O casaco está muito-muito lindo. Impecável. A modelagem geométrica, com destaque para o decote e mesmo para a gola com linhas arquitetônicas, é uma grande
escultura. Quem modela sabe da linha tênue que aproxima a arte de esculpir com a modelagem, corte e costura. Vários são os detalhes, as mangas, os punhos, ah! os
botões... mas a imagem também fala.


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Colete é de pele fake, aconchegante. Zíper frontal. Cavas fundas.
O cós é todo nervurado, o que modela afunilando a peça em direção à
cintura. Os acabamentos são perfeitos.

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AS SANTAS ALICES NA NOITE



So, so gorgeous!! Essa peça é mesmo lindinha.
O tecido pela fluidez vem desabando pelo corpo. A parte frontal tem pregas.
Dentro dos conformes. Mas nas costas, o detalhe da gola-boba, humm!
revela que ali mora uma santinha arrojada.
O conjunto tem oposições. Porém há equilíbrio.


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É o mesmo modelo do top em malha viscolã, ao alto, porém versão noite. De diferente temos o tecido, um cetim negro opaco, de uma leveza e maciez de seda. E a Santa oferece como opcional, duas espécies de enfeite, um deles na versão colar de contas bordada ao decote e o outro, flor confeccionada por um mix de tecidos, e zíperes (o caso da foto).
Sugerimos usos, para as mais arrojadas, a peça pode ser tomada como vestido. Para uma mais comportada, como top, junto a uma skinny (como na última foto dessa postagem), ou jeans.

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O vestido um ombro só é uma das grandes vedetes da estação.
E a Santa não poderia esquecer as santinhas amantes desse modelo,
sexy(ssimo). A manga longa é morcego. Os recortes
anatômicos visam revelar (much more) as formas femininas.
O decote é arrematado por zíper, com função decorativa.
E o broche de flor, confeccionado no mesmo tecido e zíperes,
pode ser removido.


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É o mesmo modelo do top em malha viscolã, bem ao alto e o de cetim negro opaco. A
diferença é novamente o tecido e novamente aqui a diferença se faz grande.
É um Memory, tecido com memória, com um fio encorpado que dá uma sustentação
e estrutura muito marcante à peça.
Aqui, a modelo usa com uma meia 7/8. E pode-se usá-la com uma skinny, também.

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A outra importante vedete do Inverno 2009 é a legging. A Santa usou um tecido muito especial para sua composição, basta ler o nome, Skin: uma pele, para a pele.

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NOVOS MODELOS LOGO-LOGO ESTARÃO DESFILANDO
NO BLOG,
PARA AS SANTINHAS DE PLANTÃO.
BEIJOS!!

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quinta-feira, 23 de abril de 2009

THE GOSSIP - STANDING IN THE WAY OF CONTROL





Grande musica!!! Que voz, que estilo!Adoramos Lady Ditto!! Na reportagem abaixo, O FIM DA DITADURA DA MAGREZA?, Beth mostra-nos mais um lado seu que na verdade não nos surpreende, pois sabe-se de sua versatilidade.


VIVAM AS GORDINHAS!!!!!(like Beth)

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terça-feira, 21 de abril de 2009

O FIM DA DITADURA DA MAGREZA?

A VEZ DAS GORDINHAS



Beth Ditto, a roqueira, gordinha, estilosíssima, vocalista do The Gossip e que vem defendendo o fim da ditadura da magreza, está trabalhando side by side com Lise Marie Peacock, diretora de criação da famosérrima porém um tanto conservadora, Evans, na sua pop-star collecttion extra-grande que estará, em breve, nas lojas Evans.



But, (bu-ut), pelo que se vem escutando, miss Ditto irá imprimir um lado ousado, rock, portanto vibrante - coisas dos anos 80, a sua marca. Bom! Basta acompanhar o visual eufórico, deslumbrado e muito happy da roqueira para saber que de conservadora ela não tem nada e só numa outra vida conseguiria ser discreta. E pelo visto ela quer passar (e quem sabe ajudar a liberar) esta atitude às suas amigas de circunferência, o que achamos ótimo.




Ainda, maiiis novidades. O ícone magérrimo dos anos 90/00, a inglesa Kate Moss - e já não é mais especulação, se junta a Beth Ditto. Falam as boas línguas que as duas ficaram amigas após um dos shows do The Gossip nos EUA, quando a gorduchinha Ditto convidou a (sua antípoda), a magrinha Kate para gravarem em dueto. As duas meninas têm experiência em ambos os territórios. Kate, não é uma principiante, já havia gravado com Bobby Gillespie, do Primal Scream, "Some velvet morning." E now, Beth está ingressando no mundo da moda.



Pelo jeito, vão fazer história. E estamos torcendo que lady Ditto sirva de exemplo e consiga liberar nossas gordinhas do mundo inteiro, para que deixem de se esconder embaixo de infindáveis panos sem forma. A Santa apóia.



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